quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Perdida


Estou – com certeza, estou – perdida. Quando há muito a escrever, é porque nada há. E eu tenho escrito demais. É possível escrever demais? É como pensar demais. É possível não pensar? E é quando eu digo: Sim, é! Cale-se, cérebro! ...
Ainda estou ouvindo. Ainda estou perdida. Com certeza, estou perdida.

2 comentários:

Ricardo disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Ricardo disse...

Quase sempre, nessas horas de involuntários devaneios, 'né'... tento simular uma busca por algo, mas nem chego perto de acreditar.
Hoje me foi sugerido que eu desse um passo e eu resolvi me ajudar: procurei ajuda. há drogas que vem para o bem. A principio pelo menos!
'Enfindando', será que não temos mesmo a solução dentro de nós e em fácil acesso? Porque tornou-se cansativo perceber o indefinível e chato demais continuar a ver o breu resultante do invisível.
Por quanto ainda, e a que remete? Que insuportável!
Hummm...tudo... Djavu... [!!!]