terça-feira, 1 de novembro de 2011

Permita-me


Não fuja da raia quando eu digo abertamente o quanto você é bonito. Não se julgue, não me julgue. Essa é apenas a forma explícita de dizer que eu acho você bonito. Muito. Só isso. Redundante, eu sei.

Não é uma ofensa, não é uma insinuação, não é uma cantada. É simplesmente minha noção de estética dizendo aos quatro ventos “você é um homem muito bonito”. Eu acho, pronto!

Portanto, não se apavore, não desligue o celular na minha cara. Não vou querer de você mais do que sua ternura (e essa você me dá todos os dias). Não tenha medo de mim, meu amor, só porque acho você bonito. O meu respeito por você, minha afeição por você, vão muito além dessa estética. Você é minha medida, minha diplomacia, meu alicerce. Essa sua beleza natural é apenas um bônus, um brinde. Você é muito mais que uma carinha bonita, você sabe.

Só me permita (também) achar você bonito. Porque seria impossível não achar.

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